elementar
"Eu gosto do ar. Pensa no vento, o ar que sacode, que sopra, que silva. Que embala a rede e enfuna a vela."
"Mas para que a vela enfunada no barco ancorado? Eu prefiro a água, que leva no correr do rio os males que se murmuram à sua beira. Água que corre, que canta. Água que flui e que assume a forma de seu continente."
"Assume, sim, a forma: se molda, enquanto que o vento não se deixa aprisionar. O ar se move livre e nada o pode conter."
*
Pára e pondera. A partir daqui, a pequena história pode ter dois finais.
*
"Só eu para querer cruzar os mares contigo, tendo à guisa de navio uma rede embalada pelo vento."
*
"Vem. Vamos juntos cruzar os mares, nessa nossa nave que é uma rede embalada pelo vento."
"Mas para que a vela enfunada no barco ancorado? Eu prefiro a água, que leva no correr do rio os males que se murmuram à sua beira. Água que corre, que canta. Água que flui e que assume a forma de seu continente."
"Assume, sim, a forma: se molda, enquanto que o vento não se deixa aprisionar. O ar se move livre e nada o pode conter."
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Pára e pondera. A partir daqui, a pequena história pode ter dois finais.
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"Só eu para querer cruzar os mares contigo, tendo à guisa de navio uma rede embalada pelo vento."
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"Vem. Vamos juntos cruzar os mares, nessa nossa nave que é uma rede embalada pelo vento."

